quarta-feira, 25 de junho de 2014

Como Recuperar Dados de um Disco Rígido IBM

Alguns optam pelos discos rígidos IBM. Alguma vez ouviu um ruído proveniente do seu disco IBM parecido com um zumbido? Se a resposta foi sim, então é provável que o seu disco rígido irá falhar muito em breve, ou poderá ter algum problema que afecta gravemente o software.

Se, eventualmente tem um disco rígido com o nome de Deskstar, então fique a saber que estes discos são bastante conhecidos pelas suas avarias mecânicas. No entanto, estes discos da IBM não são diferentes de qualquer outro disco rígido, no sentido em que qualquer um irá eventualmente danificar-se  e sofrer dos problemas naturais deste componente. Os sintomas mais comuns de uma falha no disco são a ocorrência de sons como cliques, zumbidos ou de algo a arranhar. Se isto está a acontecer consigo, não entre em pânico, pois a recuperação de discos rígidos IBM está lá para ajuda-lo.

O software de recuperação para discos IBM foi desenvolvido pela própria IBM, que é uma das melhores empresas especializadas em software e outros produtos para computador a nível mundial, e foi criado com base nas ideias de que quando se perdem dados importantes acidentalmente ou por falha do disco, não significa que na realidade os dados estejam perdidos na totalidade. Usando o software de recuperação da IBM, pode recuperar os seus dados de um disco rígido IBM mesmo estando em mau estado.


Existem diversas soluções de software para a recuperação de dados criadas pela IBM. Um dos mais eficazes e mais conhecidos é o IBM Rescue and Recovery, este software possui um botão, e, com apenas um clique nesse botão efectua a recuperação. Este software, tem ainda, uma colecção de ferramentas para ajudar o utilizador a identificar os seus discos rígidos em mau estado, além de que também auxilia a recuperar ficheiros que foram formatados, corrompidos ou apagados. O IBM Rescue and Recovery possui algumas ferramentas administrativas que permitem serem configuradas para ajudar rapidamente na reparação de ficheiros de sistema corrompidos.


Outra solução criada pela IBM é o SIGuardian. A recuperação de discos IBM, que está na categoria Utilidades de Disco (Disk Utility), irá manter-se a par do estado do disco para ajudar o utilizador a evitar a perca de dados. Este software dispõe da tecnologia que é utilizada em todos os discos rígidos modernos, que permite o software de recuperação faça uma avaliação e calcule o tempo de vida que o seu disco rígido tem até chegar ao chamado Threshold Exceeded Condition (TEC), que é quando a qualidade do disco começa a decrescer e pode começar a falhar. O SIGuardian, tem ainda, uma interface multi-língua, possuindo mais de cinco linguagens diferentes que pode escolher.

Existem outras soluções de recuperação de discos rígidos IBM, que influenciam bastante os consumidores. Estas soluções são uma das razões pela qual a IBM é uma das melhores empresas de desenvolvimento de discos rígidos e recuperação do mundo.

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Fonte: comofazer

terça-feira, 24 de junho de 2014

Dicas para Ter um Hálito Mais Fresco

Ter um hálito fresco é sempre uma preocupação, por isso, vamos mostrar-lhe algumas dicas que o podem ajudar a consegui-lo.

Mantenha a língua limpa


Nunca se esqueça de escovar também a língua. Depois de lavar os seus dentes, escove também a língua com uma escova de cerdas macias.

Beba mais água
Quanto mais seca estiver a sua boca, pior será também o seu hálito.

Mantenha-se calmo


O stress é um dos piores inimigos de um hálito fresco. Aconselhamos que se mantenha calmo e relaxado. 
Evite pastilhas, rebuçados e doces que contenham açúcar


Estes pioram o hálito. Opte pelos que não contém doses exageradas de açúcar na sua composição.

Não tente acabar com o odor do mau hálito com outro odor


Isto é o que a maioria das empresas de higiene bucal  gostariam que você fizesse, mas não funciona.

Assoe o nariz com mais frequência

A sua respiração fica pior quando está constipado, com alergias, ou corrimento nasal, o que acaba por afetar também o hálito.

Não use elixir bucal com álcool


Aconselhamos que opte por produtos que não contenham álcool na sua composição.

Beba muita água quando estiver a tomar medicamentos


Muitos destes medicamentos deixam a sua boca extremamente seca.

Deixe de fumar


Já todos sabemos que o hálito a tabaco não é dos mais agradáveis, por isso, a solução mais simples para acabar com o problema é mesmo deixar de fumar.

E, finalmente, a melhor maneira para eliminar e prevenir o mau hálito?
Usar produtos de higiene oral clinicamente comprovados. Garantimos que o seu hálito ficará mais fresco.

Sabia que:

  • Apesar da opinião pública, o mau hálito raramente vem do estômago.
  • A maioria das pessoas pode sentir o hálito de outras pessoas, mas tem dificuldade em sentir o seu próprio. Então, se você acha que tem mau hálito, tente comprovar. Mau gosto na boca geralmente pode ser uma pista. A forma mais simples de descobrir é pedir a um adulto da sua família ou um amigo próximo para ser honesto consigo e dizer-lhe se o seu hálito é fresco ou não.
  • Na boca, a fonte mais comum do mau hálito é a parte de trás da língua. Restos de alimentos, células mortas e corrimento nasal podem acumular-se nesta zona. A repartição das proteínas pelas bactérias residentes provoca também mau cheiro. A segunda causa mais importante é as bactérias que decompõem as proteínas entre os dentes. Os gases e outras moléculas que as bactérias produzem são tóxicos e podem prejudicar a gengiva também. Duas boas razões para usar fio dental todos os dias.
  • Mau hálito geralmente aumenta quando a boca está seca. Mastigar pastilhas sem açúcar por 4-5 minutos de cada vez pode ser útil.
  • A generalização de que elixires bucais funcionam por apenas alguns minutos, está errada. Tente gargarejar antes de dormir para melhores resultados. Alguns médicos dentistas recomendam bochechos sem álcool para um hálito mais fresco.


Limpeza de Ar Condicionado Automóvel

Hoje em dia, a grande maioria dos carros está equipado com ar condicionado. Quantas vezes já não entrámos no carro e sentimos que estava um cheiro desagradável e, por mais que se limpasse, não havia maneira de acabar com ele? Pois o motivo para esse mau odor, regra geral, é o excesso de ácaros e bactérias que se acumulam na caixa do ar condicionado, sendo necessário uma limpeza de ar condicionado automóvelEsta situação só sera resolvida com uma higienização do sistema.


Este tipo de serviço implica a remoção da caixa de ar e a completa limpeza do sistema e, uma vez que exige tempo e um investimento considerável, algumas empresas desenvolveram limpadores de ar condicionado em spray. O que acontece é que estes produtos não apresentam o mesmo resultado profundo e duradouro de uma higienização, mas podem, isso sim, ser aplicados por qualquer pessoa, em casa e sem grandes custos.

Este tipo de produto é ainda mais conveniente para os carros que não têm um filtro anti pólen, uma vez que acumulam mais sujidades no sistema. Mas lembre-se de que apesar de poderem ser usados em qualquer lugar, estes produtos têm um efeito muito pouco duradouro, pois o cheiro poderá voltar em cerca de um ano.

Limpar filtro do Ar Condicionado Automóvel

Se for uma pessoa com habilidade, o que poderá fazer é, em primeiro lugar remover o filtro velho, com o ar condicionado desligado, e ligar o ventilador numa posição média (em geral é a 3) ou quase máxima. Depois, na sofagem deverá borrifar o produto consoante o aconselhado pelo fabricante durante cerca de 30 segundos e, em seguida, ir rodando / girando a sofagem de modo a que o produto percorra todas as posições, durante cerca de 10 minutos. Será absolutamente necessário que se deixe o carro arejar pois o cheiro é muito intenso e, só depois disso, então colocar o filtro novo. Este procedimento deverá resolver o problema. Mas não se preocupe se o cheiro do desinfetante não desaparecer por completo, pois isso poderá levar uns dias.

A higienização do ar-condicionado é um procedimento que deve ser feito a cada seis meses e deverá ser feita uma manutenção mais profunda a cada 30 mil quilómetros, principalmente se nos deslocamos nas grandes cidades.
Tudo isto, além de garantir que o aparelho funcione com o máximo de eficiência, também vem evitar o acumular de ácaros e fungos, responsáveis pelo desenvolvimento de variados problemas respiratórios: de acordo com médicos especialistas, a poeira aliada ao ar seco e frio do ar condicionado favorece o risco de infeção e piorar o estado de certo tipo de doenças; no caso de ter crianças a acompanhá-lo nas deslocações, os riscos aumentam devido ao sistema imunitário, que não se encontra tão desenvolvido como o de um adulto.

Poeiras e problemas no Ar Condicionado Automóvel

Deveremos estar, isso sim, atentos a alguns sinais que revelam o excesso de poeira acumulado no ar condicionado. Se, por exemplo, ao ligar, uma pessoa começar a espirrar ou mesmo tossir, é um bom indicativo de que chegou a hora de limpar o ar condicionado do seu automóvel.



Fonte: removermanchas

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Os 5 Melhores Exercícios que Mais Queimam Calorias

Se você quer emagrecer para ficar com o corpo em forma para curtir o próximo verão, já está na hora de começar a se preparar. No entanto, para emagrecer ou perder gordura é preciso saber escolher os exercícios certos, além de manter uma dieta equilibrada e pouca calórica. Para te ajudar a conquistar o seu objetivo, confira a seguir os cinco exercícios que mais queimam calorias.


Corrida

Muitas pessoas não gostam de correr, mas essa atividade é a que mais gasta calorias. Com um hora de corrida, seja na rua, na esteira ou no parque, você pode gastar até 900 calorias. No entanto, vale lembrar que a quantidade de calorias a perder também depende da intensidade da corrida. Mas além de ser um ótimo exercício físico para emagrecer, a corrida ainda melhora o condicionamento cardíaco. Entretanto, é preciso usar um ténis com um bom amortecedor para não prejudicar o joelho e a coluna.


Andar de bicicleta

Essa atividade divertida e saudável merece estar na lista dos exercícios que mais queimam calorias. Andando de bicicleta na rua por um hora você pode queimar até 800 calorias. Você também pode queimar essa mesma quantidade de calorias com aquelas aulas de spinning de academias. Mas, além de ajudar no emagrecimento, essa atividade também é excelente para melhorar o condicionamento cardíaco. Só é preciso ter cuidado com o ajuste do banco para não prejudicar o joelho e a coluna.

Musculação
Ao contrário do que muitos pensam, a musculação também é um ótimo exercício para perder calorias e emagrecer. Você pode fazer alguns exercícios em casa com pesinhos e caneleiras, porém a melhor opção mesmo é frequentar uma academia, já que oferece vários tipos de equipamentos. Em apenas uma hora de treino, você pode perder até 500 calorias. Mas além de eliminar calorias, a musculação ainda melhora a resistência articular e muscular, fortalece os ossos e ainda acelera a queima de calorias.

Natação
Entre os exercícios que mais queimam calorias, a natação é um dos mais divertidos e relaxantes. Além disso, ela é uma das melhores opções para quem tem alguma lesão e precisa praticar alguma atividade física. Se for feita de forma intensa, em apenas uma hora de nadando é possível queimar até 600 calorias. Além de emagrecer, fazendo natação você ainda trabalha os todos os músculos do seu corpo e melhora o seu condicionamento.

Zumba
Essa modalidade física que mistura a dança e exercícios aeróbicos faz muito sucesso nas academias de ginástica, principalmente com as mulheres. A zumba não poderia faltar na lista dos exercícios que mais queimam calorias, pois em um hora de aula é possível perder de 600 a 1000 calorias! Mas além de ser uma atividade que ajuda muito no emagrecimento, a zumba ainda proporciona outros benefícios como melhora da autoestima, fortalecimento e tonificação dos músculo de todo o corpo, entre outros.



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Saiba Qual é o Posto de Combustível mais Barato?

A escolha do posto correto para atestar o seu carro pode levá-lo a poupar quatro euros por depósito. Conheça a dica de poupança de hoje.

Qual é a bomba de gasolina mais barata perto de si?
As diferenças de preços para o mesmo tipo de combustível são assinaláveis ao longo de todo o País. Descobrir qual é o posto com os preços mais em conta na sua área de residência tornou-se uma tarefa mais fácil desde que a Direção Geral de Energia e Geologia lançou o site www.precoscombustiveis.dgeg.pt.
Este site dá a indicação de preços de gasolina e gasóleo em mais de dois mil postos diferentes.
3,9 euros por depósito
Para quem vive no conselho de Sintra, por exemplo, a diferença de preços da gasolina sem chumbo 95 entre o posto mais barato e o mais caro era, no final de Setembro, de 8,6 cêntimos por litro. O que significa uma poupança de 3,9 euros por depósito.

Poderá também por optar pelo site www.maisgasolina.com onde encontra os postos com os preços dos combustíveis mais baratos perto de si, use o comparador para verificar se compensa um desvio para abastecer num posto mais barato e consulte as estatísticas dos preços médios em Portugal.





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Como Calcular o Imposto Único de Circulação em 2014

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Alimentos que nos Chegam ao Prato e que não Foram Feitos para Comer

E se o seu organismo não reconhecer aquilo que come como um alimento? Defende-se, inflama-se, fica doente. É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca. Cristina Sales, médica e especialista em alimentação, garante que na origem da maioria das doenças que afectam o homem do século XXI está o que comemos e o modo como o fazemos. É que os alimentos são veículos de comunicação: dizem às células como devem comportar-se.

Precisamos de mudar a forma como nos alimentamos?
É obrigatório que o façamos porque a alimentação que a população dos países ocidentais, incluindo Portugal, passou a fazer nos últimos cinquenta anos é o que está na origem da maior parte das doenças endócrinas, metabólicas, autoimunes, degenerativas e alérgicas. As novas epidemias devem-se sobretudo aos estilos de vida e à alimentação que fazemos desde o pós-guerra.
A alimentação é decisiva para a saúde e o bem-estar mas está a provocar doenças e a aumentar a mortalidade precoce?
A geração dos nossos filhos terá uma esperança de vida mais reduzida do que a nossa por causa dos estilos de vida e da alimentação. Primeiro, os produtos altamente processados pela indústria alimentar conduzem a uma desnutrição em nutrientes fundamentais e ingerimos uma grande quantidade de calorias vazias. Segundo, são muito diferentes dos alimentos originais e o organismo não sabe lidar com eles, não os reconhece como alimentos. Depois, há uma sobrecarga tóxica inerente à alimentação que provém dos agroquímicos (da produção), dos conservantes, corantes e adoçantes que são adicionados para preservar os produtos durante mais tempo e para os manter bonitinhos.
São alimentos para ver…
Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer. Não têm nada que ver com os alimentos que ingerimos e que nos fizeram viver e sobreviver ao longo de milhões de anos. Esta mudança ocorreu tão depressa que o organismo não está adaptado para gerir, digerir e assimilar estes produtos, pelo contrário, vê-os como substâncias estranhas e reage, inflamando-se.
Como é que podemos livrar-nos dessa teia?
As escolhas alimentares são condicionadas pela publicidade, as pessoas não são ensinadas a escolher. Quem é que é ensinado a consumir maçãs ou laranjas? Ninguém. A informação que passa de forma subliminar através dos anúncios da TV e dos jornais é que se deve beber sumo de maçã e de laranja. Mas se alguém ler os rótulos das embalagens verifica que contém imenso açúcar, frutose, acidificantes, etc., e o que falta é a maçã e a laranja. É preciso informar, ensinar e consciencializar a população.
A atitude da indústria alimentar tem de mudar?
No global sim, mas também depende do que a indústria faz. A conservação de alimentos através da congelação, por exemplo, é perfeita. Os legumes congelados são uma ótima opção, por vezes mais económica, e chegam ao consumidor mais frescos e com mais nutrientes do que os que são mantidos durante cinco ou seis dias nas cadeias de distribuição. Já quando falamos de alimentos que têm de levar uma quantidade enorme de aditivos para serem consumidos – é o caso das carnes de muito má qualidade e dos aproveitamentos que se fazem dos restos dos mariscos – é diferente. Sempre que tivermos de dobrar a língua muitas vezes para conseguir ler o que está escrito nos rótulos é porque não é comida. Não compre. Será qualquer coisa que do ponto de vista nutricional, químico e metabólico está muito longe do alimento original.
Está a falar de alimentos que duram ad eternum?
Por exemplo. Como é que duram? Fizeram-se estudos com hambúrgueres e batatas fritas – uns feitos em casa, com carne picada, e batatas que foram descascadas, outros com produtos processados e embalados – e verificou-se que ao fim de trinta ou quarenta dias alguns hambúrgueres se mantinham iguaizinhos. Não se degradaram, ao contrário dos que foram feitos em casa, que estavam estragados três dias depois. Ora alguém acha que uma coisa daquelas pode ser comida?
Quando ingerimos produtos desse tipo como é que o organismo reage?
Defende-se e inflama-se ou agarra naquelas coisas que não considera importantes e arruma-as nos depósitos de lixo, que são as células gordas. Estas, além de serem o nosso reservatório de energia, são também o depósito de substâncias tóxicas que o organismo não metaboliza ou não utiliza para impedir que entrem nos circuitos mais nobres. Esta acumulação de lixo cria bloqueios bioquímicos e alterações metabólicas que impedem as células de trabalhar em condições. Hoje ninguém sabe que consequências é que isto tem para o cérebro e o sistema imunitário e para o bom trabalho hepático e digestivo. Os circuitos da toxicidade são cruzados – se uma pessoa come de vez em quando um gelado, um iogurte, umas bolachas ou um sumo que tem um determinado corante é uma coisa, mas se o faz com regularidade, ao fim de seis meses já ultrapassou as doses suportáveis e entra em sobrecarga tóxica.


E o que é que acontece?
Veja-se o ácido fosfórico, um aditivo que está presente em alimentos de consumo diário, como os cereais de pequeno-almoço e os refrigerantes. Quem ingere estes produtos todos os dias, além de ficar com o sistema acidificado e perder cálcio (uma compensação do organismo que depois predispõe à osteoporose), também fica numa excitação – o ácido fosfórico é um estimulante cerebral e é óbvio que uma criança que de manhã come um prato de cereais chega à escola e não para quieta. O ácido fosfórico altera o comportamento e em determinadas concentrações é neurotóxico.
Como é que os alimentos atuam no organismo? 
Os alimentos servem para construir tecido, osso, órgãos, etc., e para nos darem energia, mas o que as ciências da nutrição têm vindo a mostrar é que os alimentos são essencialmente moduladores do comportamento celular – são informadores das células, dizem-lhes como devem funcionar. Imagine que tem um prato com uma determinada quantidade de proteínas (peixe ou carne) e outra de hidratos de carbono. Só a proporção entre a quantidade de carne e batatas ingeridas vai informar o organismo da necessidade de produzir uma hormona ou outra, neste caso insulina (que é a hormona do armazenamento) ou glucagon (a hormona do desarmazenamento).
Explique lá melhor…
Se comer mais proteínas do que hidratos de carbono vai produzir mais glucagon e induzir o metabolismo a ir buscar gordura acumulada para disponibilizar às células, ou seja, vai desarmazenar. Mas se comer mais arroz, massa ou batatas vai dar uma ordem em sentido contrário, vai dizer que é precisa mais insulina e vai acumular gordura.
Mas se as pessoas forem ativas podem queimar essa energia…
Isso é outra coisa, o que importa reter é que na proporção hidratos de carbono/proteínas a quantidade de açúcar que chega aos sensores do tubo digestivo aciona imediatamente uma ordem de libertação de glucagon ou de insulina. Se a indicação é libertar glucagon, o organismo vai usar a gordura acumulada, se a ordem for para libertar insulina, o organismo vai armazenar gordura. Isto é pura informação.
Quem quer perder peso tem de saber isso, certo?
Se a pessoa tiver consciência da informação que dá ao corpo tem muito mais capacidade para o modular. Outro exemplo. A leptina, a hormona que sinaliza o apetite, que depende sobretudo do ritmo solar. Ora, uma pessoa equilibrada, que durma de noite e trabalhe de dia, produz mais leptina de manhã (e tem apetite) e ao fim do dia produz menor quantidade (o apetite diminui). Se uma pessoa comer muito à noite estraga este equilíbrio e a certa altura está sempre com fome porque inutilizou os sensores da leptina. Nós somos mamíferos e de noite, quando dormimos, não precisamos de comer. O nosso corpo tem a sabedoria para sinalizar o apetite em função da hora do dia – comer muito à noite estraga essa sinalização, faz ter apetite a toda a hora.
A alimentação é bioquímica?
Os alimentos são veículos de comunicação. Se fizer uma refeição de gordura saturada – uma sopa com um chouriço e depois um cozido à portuguesa – dá um sinal à cárdia (esfíncter entre o estômago e o esófago) para alargar e é assim que ocorrer o refluxo gastroesofágico e aparece a azia. A gordura saturada é um sinal que se dá à cárdia para se manter aberta. Se no dia seguinte a mesma pessoa só comer azeite ou gorduras de peixe não terá azia. Sabe porquê? É que o azeite ajuda a fechar a cárdia. Este é outro exemplo que ilustra a importância do conhecimento. Pessoas mais esclarecidas fazem escolhas mais acertadas.
A forma como nos alimentamos dita o comportamento das células?
Quando ingeridas, as gorduras saturadas e as gorduras ómega 6 (provenientes essencialmente dos animais e dos cereais, sobretudo da soja) são a estrutura a partir da qual as células fazem substâncias pró-inflamatórias. As gorduras ómega 3 – provenientes das algas e dos peixes – são as que permitem que as células produzam substâncias anti-inflamatórias. Se uma pessoa tem uma doença inflamatória (por exemplo, uma alergia, artrite ou doença autoimune) e come muita gordura saturada, esta vai funcionar como substrato para a fogueira e agravar o processo inflamatório da doença que já tem. Ao contrário, se a pessoa ingerir gorduras ómega 3, vai ser capaz de construir extintores de incêndio para que as suas células produzam anti-inflamatórios.
Há outros exemplos?
Se uma pessoa tem tendência depressiva porque não consegue produzir serotonina em quantidade suficiente, deve comer os alimentos que têm os aminoácidos precursores da serotonina – a carne de peru, por exemplo, é extremamente rica em triptofano, que é um precursor da serotonina. Se a pessoa souber isto, no outono, quando o tempo fica mais escuro, porque é que não há de comer mais carne de peru em vez de carne de vaca?
A alimentação e o processo digestivo podem agravar ou controlar certas doenças?
Sim, se uma pessoa tem uma predisposição genética para a diabetes, Alzheimer, etc., a doença só vai manifestar-se se o gene for ativado. Mas o que as pessoas precisam de saber é que os genes também podem ser desativados – é a modulação genética através da nutrigenética. Como? O que ativa ou suprime a expressão dos genes é a presença de determinados fitoquímicos, substâncias que também se encontram nos alimentos.
Podemos dizer que há alimentos anti-inflamatórios?
Claramente. Os que têm ómega 3 – sardinha, cavala e os peixes das águas frias do Norte. Algumas substâncias vegetais dos legumes (tomate), frutos (quivi) e especiarias (a curcuma, que confere a cor amarela ao caril) também têm efeito modulador de alguns genes pró-inflamatórios. Mas alimentos anti-inflamatórios devem ser consumidos, independentemente de se ter doença ou não. Hoje sabe-se que um cérebro com Alzheimer já está inflamado vinte anos antes da manifestação da doença. Todas as doenças degenerativas começam com processos inflamatórias, as autoimunes também. Não conhecemos é as causas.
Há substâncias que devem mesmo ser eliminadas da alimentação?
Os aditivos químicos. Falo das substâncias químicas que não são alimentos, que são usadas pela indústria alimentar e podem ser geradoras de inflamação em contacto com o organismo. A vida corrente não nos permite evitar todos os aditivos, mas se estivermos despertos para esta realidade teremos mais atenção, faremos escolhas mais saudáveis e ingerimos menores quantidades.
E as gorduras?
As gorduras ómegas 6, que se encontram nas margarinas e nos óleos e que são provenientes da soja, do milho e do amendoim, são claramente pró-inflamatórias. Precisamos de ómega 6 no organismo, mas em quantidades muito reduzidas. O problema é que a cadeia alimentar atual é geradora de uma alimentação extraordinariamente rica em ómega 6 e pobre em ómega 3. Basta pensar que, dantes, as galinhas e as vacas comiam erva, agora comem rações provenientes da soja; os peixes comiam algas, agora comem rações também com soja. Os produtos alimentares que usamos são essencialmente da linha produtora de ómega 6.
Nos supermercados temos centenas de alimentos à escolha. Precisamos de tanta coisa?
Não precisamos de tantos produtos alimentares, necessitamos é de maior diversidade alimentar. Essas centenas ou milhares de produtos que vemos nas prateleiras são provenientes de quatro ou cinco alimentos – cereais, lácteos, açúcares e gorduras – e da indústria de processamento. Se olharmos para a quantidade de legumes, frutos, oleaginosas e peixe que as pessoas comem no dia a dia verificamos que não há variedade alimentar, as pessoas comem quase sempre o mesmo. Já pensou na variedade de saladas que é possível fazer? Mas se perguntar a alguém qual é a que come diz-lhe alface e tomate.
No supermercado fazemos escolhas condicionadas pela publicidade e o marketing. Como podemos fugir a isso?
Só vai mudar com a informação dos cidadãos. Nos países do Norte da Europa, onde a população é muito mais esclarecida, não encontramos nos supermercados esta quantidade enorme de alimentos-lixo – basta verificar que o espaço ocupado por refrigerantes, cereais de pequeno-almoço e óleos alimentares é muito reduzido. Exatamente o oposto do que se passa em Portugal.
A crise económica e as dificuldades das famílias podem piorar ainda mais a alimentação dos portugueses?
Também pode acontecer o contrário. Numa altura em que todos sentimos uma necessidade absoluta de gerir muito bem os orçamentos familiares, devemos fazer listas de compras de forma racional. E antes de comprar certos produtos alimentares, é obrigatório perguntar: «Preciso mesmo disto? Vale a pena? Faz-me ficar mais forte, vital, inteligente? Tem mais nutrientes?» Ocasionalmente, podemos comprar os tais alimentos que não comportam nenhum valor acrescentado mas que agradam ao paladar, mas isso é num dia de festa.
De que produtos podemos e devemos mesmo prescindir quando vamos às compras?
Devemos tirar os refrigerantes, cereais com açúcar, pastelaria, óleos e margarinas – para cozinhar devemos usar o azeite, só azeite. Todos os refrigerantes são um estrago de dinheiro – as pessoas devem beber água. Os cereais com açúcar (os de pequeno-almoço e as bolachas) também são prescindíveis – devemos escolher cereais completos, integrais, que até são mais baratos. Compare-se o preço de uma caixa de cereais de pequeno-almoço com o de um pacote de flocos de aveia, que são altamente nutritivos. A aveia é muito mais barata e muito nutritiva.
Mas comprar carne magra e peixe gordo, frutos e hortaliças é muito mais dispendioso…
Mas há estratégias que podem ser implementadas. Uma é comprar carne de melhor qualidade e comer menos quantidade e menos vezes. É preferível comer carne três vezes por semana em vez de comer carne gorda todos os dias. Além disso, toda a gente ganha se fizer uma alimentação vegetariana dois dias da semana e em vez da carne comer, por exemplo, arroz de feijão ou grão-de-bico com massa. Se se acrescentar hortaliças, ervas aromáticas e azeite, podemos dizer que são refeições perfeitas. Menos carne, mas de melhor qualidade; mais peixe (incluindo cavala e sardinhas, frescas ou em conserva de azeite) e ovos (podem ser consumidos três ou quatro por semana) são opções a privilegiar.
Não retira massa, arroz ou batatas ao seu carrinho de compras?
Não, mas reduzo as quantidades ingeridas. No prato devemos ter pequenas porções de massa, arroz ou batatas e maior quantidade de hortaliças, legumes e leguminosas.
Fala-se muito na responsabilidade social da indústria farmacêutica, que ganha dinheiro à custa do tratamento dos doentes. E quanto à responsabilidade social da indústria alimentar, que ganha dinheiro atirando-nos para a doença?
A indústria alimentar está a fazer maus alimentos, mas a verdade é que as pessoas só compram o que querem. Sei que quanto menor é a informação maior é a permeabilidade ao marketing, mas o caminho também se faz através da informação dos cidadãos e da sua responsabilização. Custa-me imenso ver nas caixas de supermercado que as pessoas aparentemente mais pobres também são as que levam os carrinhos repletos de produtos inúteis e nefastos para a sua saúde. É preciso repensar a política alimentar e inovar.

Fonte: controversia
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Fonte: controversia

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ginástica Aeróbica: Perca Peso Divertindo-se

Ginástica aeróbica de modo geral é a combinação da ginástica tradicional com a dança. A ginástica aeróbica se caracteriza por movimentos rítmicos variados embalados por músicas motivadoras.

Essas actividades, que são intensas e contínuas, propiciam um elevado gasto calórico e também exige esforço muscular. Por estes motivos, a ginástica aeróbica é uma grande aliada de quem precisa perder peso. Além disso estes exercícios aeróbicos tonificam o corpo e melhoram a saúde de maneira geral.

Assim como todos os exercícios físicos, a ginástica aeróbica proporciona grandes benefícios na nossa saúde mental e física. Veja alguns deles:
  • Ajuda a perder peso (objetivo maior da maioria dos praticantes);
  • Melhora a coordenação e agilidade;
  • Melhora a postura;
  • Previne e melhora problemas cardiovasculares e cardiorrespiratórios;
  • Aumenta a auto estima;
  • Diminui o estreasse;
  • Melhora o desempenho sexual;
  • Melhora a disposição;
Se precisas emagrecer e não tem paciência para academia ou acha monótono, chato demais, os exercícios aeróbicos são alternativas para substituir a academia, pois, estes podem ser cansativos, mas são dinâmicos e divertidos. E o objetivo de perder calorias tem resultados satisfatórios e rápidos.

Uma matéria publicada este ano pela Revista Veja, mostraram os resultados de uma pesquisa feita com três grupos de praticantes da ginástica aeróbica. O primeiro grupo praticava 3 aulas por semana, durante 1 hora. O segundo grupo praticava 2 aulas semanais, durante 1 hora. O terceiro grupo não praticava nada, eram sedentários.

O resultados foram bem significativos. Em aproximadamente 3 meses, os praticantes dos exercícios perderam gordura corporal. O primeiro grupo obviamente teve uma melhor redução, passou de 21,7% para 20% na taxa de gordura e o segundo grupo de 20,7% para 19,9%. O grupo que era sedentário, logicamente não perderam peso.

Portanto está comprovado, a ginástica aeróbica ajuda a emagrecer e aliada a uma boa dieta, os resultados são ainda mais promissores.

Quando se fala em exercícios aeróbicos, existem outras modalidades que fazem parte deste grupo, como, correr, caminhar, andar de bicicleta, natação, entre outras atividades. E está bem estabelecido entre os profissionais da área, que os exercícios aeróbicos são os melhores exercícios para perder peso e melhorar a saúde. 


Os exercícios da ginástica aeróbica são basicamente classificados em exercícios de baixo impacto e alto impacto. Os de baixo impacto são os exercícios em que não há nenhum tipo de salto sobre os pés. Já os de alto impacto, são os exercícios em que há saltos, os pés quase não param no solo, caracterizando-se também por movimento aéreos. Os exercícios de baixo ou alto impacto, podem aliados ou realizados isoladamente. 

Aproveite, afaste o sofá da sala para o canto e faça uma aula de 20 minutinhos. Perca peso de forma rápida e divertida. Os exercícios são simples e leves, ideal para quem está iniciando.

  

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